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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

A Princesa de Lugar Nenhum - III


- Sim, aonde paramos princesa? Tinha algo a nos perguntar?


- Bem senhor Minores eu quero saber se possuem relatórios das audiências que foram realizadas nos últimos seis meses.


- Princesa, é impossível possuir todos estes relatórios... Temos pouquíssimos relatórios para apresentar.


- Bem, apesar de não serem muitos quero ler todos os relatórios senhores.


               O regente rechonchudo não estava gostando da atitude de Angel e interveio.


- Princesa, não acha que estes relatórios são preocupação para os atuais governantes?


- Acho senhor...


- Peet, alteza- Completou Minores para ajudar Angel.


- Obrigada senhor Minores, aparentemente somos os únicos com algum respeito à hierarquia deste reino.


               Peet se remexeu na cadeira claramente incomodado. Angel notou e cresceu em sí, já havia atingido o regente que estava a afronta-la durante toda a manhã, então prosseguiu confiante.


- Acho que está se esquecendo de quem é que governa este reino. Minha família é a família que deve reinar aqui, eu sou a princesa senhores e espero não ter que repetir estas informações para vocês. Posso ter me omitido durante todo este tempo, mas me cansei. O povo está sofrendo e reclamando por alguma razão e não pretendo descansar até encontrar o problema. Agora... - Angel olhou furiosamente para um servente que estava de pé ao lado de Peet – Me tragam os malditos relatórios.


               O servente, intimidado, procurou a aprovação de Peet, este abanou a cabeça discretamente dizendo para que não se movesse, mas logo Minores pigarreou fazendo com que o homem lhe visse e acenou para que o servente trouxesse todos os relatos que estivessem no arquivo. Assim foi feito e tudo foi depositado na frente de Angel, em uma mesa central do grande salão de audiências, eram ao todo 136 cartas de registro enroladas e guardadas em tubos de veludo vermelho. Do lado de fora dos tubos vinha escrito em dourado o nome do requisitante da audiência.
                 Angel começou a ler em silencio e sem demonstrar qualquer surpresa ou admiração, mas sem demonstrar também reprovação. Por fim ela pediu cortesmente para levar com ela os registros para estuda-los. Peet ficou muito enfurecido e se levantou batendo a mão no braço do suntuoso trono.


- Isto é um absurdo! – Gritou o Lorde conselheiro – Eu me recuso a admitir que uma garota de quatorze anos desconfie dos meus serviços ao reino e ainda mais que se considere digna de inspecionar e criticar meu árduo trabalho.


- Acalme-se Lorde Peet – Pediu Minores – Angel só pretende aprender sobre as suas futuras funções. O senhor concordaria em permitir que a princesa levasse os pergaminhos?


- Não!


               Angel já estava cansada das afrontas e irreverencias de Peet, então resolveu tomar uma atitude definitiva.


- Infelizmente Lorde Peet, não existe nenhuma situação real em que eu possa ser proibida de algo pelo senhor, logo, vou me retirar e levarei os registros. Todos os 136, senhores. - disse Angel em tom claramente desafiador. – E tem mais, quero falar com o camponês que veio vê-los agora a pouco.


- Princesa... – Começou o lorde de cara achatada – devo lembra-la que seu pai sabiamente nos designou para este trabalho, certamente não deve se preocupar em fazê-lo e sim em preparar-se para assumir nossas funções dentro de alguns anos.


- Bem, senhor...


- Thiago. – Completou Minores já irritado.


- Eu claramente estou buscando saber mais do dia-a-dia dos seis regentes, logo, não vejo razão para me repreender.


- Princesa, - retomou Minores – se seu desejo é unicamente buscar sabedoria em nossas ações não podemos negar uma breve demonstração de como agir com os visitantes que vem até nós em busca de ajuda. Soldado. – Dois homens parados em frente à porta da enorme sala bateram continência e o lorde prosseguiu - Quero que tragam o jovem que entrou agora nos pedindo por socorro sobre as terras de Sir Jancos.


- Sim eminência! – Os soldados saíram imediatamente para providenciar o homem que o Lorde havia solicitado.


               Após a saída dos guardas Angel lançou um olhar vazio e solitário pela janela, era a primeira vez que se afastava da fortaleza e já haviam se passado cerca de duas horas desde sua partida de Gowns, imaginava o que Campell estava fazendo, Angel se lembrava das punições que Campell lhe aplicara durante sua vida na terrível fortaleza, mas percebeu que não se importava, pois Campell sempre estivera lá para ajuda-la e de repente se deu conta de que o homem na Catedral só podia ser ele, todos os trabalhadores eram proibidos de saír das zonas de trabalho, cada um dormia em alojamentos próximos de suas funções e o único que teria acesso à catedral seria Campell, ainda mais no horário em que ele foi, tão tarde que nem mesmo Angel poderia estar acordada, mas com sua rebeldia acabou por ver Campell na catedral, também não tinha ciência de outro homem com mesma estatura e a voz era certamente a de Campell, talvez tenha se confundido, afinal nunca havia escutado palavras tão mansas vindas da boca do Lorde, mas era isso, teria que perguntar se era ele, mesmo que ela passasse semanas cumprindo serviços nos estábulos ou na limpeza ela teria que perguntar, uma grande alegria se apossou de Angel que abriu um sorriso discreto.


               Na fortaleza Campell estava em sua sala revisando os relatórios para prestar conta aos conselheiros quando escutou alguém bater apressadamente na porta. Isto o irritava profundamente.


- Pelos céus! Qual é o seu problema?! Entre! – Campell estava irritado, mas ouviria antes de repreender o homem que agora estava a sua frente. – Vamos ver, o que tem para me dizer com tanta urgência?


- Senhor... Lorde – Se corrigiu – Há uma caravana se aproximando, são cerca de cinquenta homens e não sabemos de quem é.


- Não carrega nenhum emblema ou estandarte?


- Nada meu senhor.


               Campell torceu o rosto em uma expressão de preocupação, não era Angel e só poderia significar duas coisas, ou Angel fez tudo o que ele dissera, por toda sua vida, para não fazer ou ela estava se saindo bem demais e pressionando os conselheiros ao ponto de lhes perturbar.


- Homem, como se chama?


- Meu nome é Abel lorde.


- Abel, confio em você para reunir todos os soldados da fortaleza nos dois portões principais e todos os homens que saibam lutar nos portões secundários. Você pode fazer isto?


- Sim senhor! – Para Campell estar lhe pedindo aquilo o jovem Abel sabia que a caravana era provavelmente hostil e perigosa, ele não perdeu tempo e saiu correndo desesperadamente rápido pelos corredores da fortaleza para alertar os homens.


               Campell se dirigiu calmamente para a entrada principal por onde a caravana deveria chegar e mandou que fossem abertos os portões.


- Mas senhor...- Disse o guarda responsável pelos portões com olhar angustiado.


- Não se preocupe soldado, apenas obedeça. Se ficarem preocupados com o que eu devo sairão da luta facilmente.


- Senhor, o confronto não é inevitável?


- Infelizmente homem.


               Os grandes portões começaram a se abrir vagarosamente, quase como se eles mesmos não quisessem ser abertos e uma caravana com cinquenta homens montados pôde ser avistada. Um homem trouxe o cavalo de Campell e o lorde montou, a caravana estava bem próxima agora e o lorde da fortaleza pode identificar o líder da caravana, seu rosto se fechou em uma expressão belicosa. A caravana se aproximou até cerca de dez metros dos grandiosos portões e parou, o líder deu alguns passos à frente com seu belo corcel e falou em bom som:


- Olá Campell! Vejo que continua envelhecendo preso à este pedaço de solo morto de nosso reino.


- Eu não fugi de meus deveres Sir Angus – Disse Campell – Mas fui agraciado com a oportunidade de ensinar à nossa princesa tudo o que hoje ela sabe! E pela sua visita inesperada posso ver que ensinei-a bem.


- Infelizmente Campell, sua pequena pupila não está agradando os Lordes Conselheiros, seria melhor que ela fosse menos afiada.


- Não vejo vantagem em possuir uma governante menos capacitada do que poderia ser.


- Cuidado Campell! Você e sua pupila estão brincando com gente poderosa, eles estão desagradados e não sei se Growns seguirá de pé se continuar assim.


- Isto foi uma ameaça Angus? – Campell praticamente rosnara a frase, não admitiria qualquer ameaça à segurança de Angel ou a Growns. Os soldados estavam entrando em desespero apenas por sentir o clima que crescia entre os dois lideres.


- É um aviso Campell. Oriente Angel a ficar fora dos deveres de meus senhores.


- É uma aviso Angus, mantenha-se você fora dos assuntos da princesa. E ponha-se em seu lugar. Sou um Lorde e não lhe cedi a graça de chamar-me pelo nome! Leve o mesmo ensinamento para seus senhores. Os habitantes do palácio obviamente se esqueceram de suas posições!


- Cuidado Lorde Campell. A estrada de retorno para Growns pode ser muito perigosa... e não deve demorar muito para que a princesa retome seu rumo. Seria lamentável se Angel saísse do palácio e fosse atacada por uma caravana de cinquenta homens. Sua pequena escolta certamente seria dizimada.


                Campell adoraria matar Angus, aquele lixo insolente, exatamente naquele momento, mas não poderia ataca-lo a menos que Angus iniciasse o ataque. Campell virou as costas para Angus e se afastou dos portões ainda montado.


- Fechem os portões! - Ordenou Campell.


- Sua irreverencia recairá sobre a princesa Lorde Campell! – Gritou Angus.


                Após o fechamento dos enormes portões Campell reuniu um grupo de dez de seus melhores homens e disparou para fora da fortaleza pelos portões secundários, contornando a caravana de Angus, sempre mantendo distância e ultrapassando-os. Campell tinha que encontrar Angel antes que Angus a encontrasse, apenas assim ela estaria segura.

____________________________________

Esse capitulo foi mais curto, mas foi um o mais emocionante até agora né gente? Bom, na próxima quarta-feira saberemos se Campell alcançará Angel a tempo ou se as caravanas dos Lordes conselheiros vão alcançá-la antes. O que acontecerá com a princesa?

Desenhando com a Mari!

Olá pessoal!
Bom eu tô aqui pra avisar que a partir de amanhã vamos ter umas aulinhas de desenho pra vocês aprenderem a desenhar o que quiserem! 
Enviem sugestões e as idéias mais legais sobre o que aprender vão ser ensinadas passo a passo no Blog toda sexta-feira. 
Para mandar suas sugestões basta deixar um comentário com sua ideia!

FANFIC - QUASE UM CONTO DE FADAS

___________________CASA TENTEN______________________________

Enquanto isso, na casa de Tenten, a garota acabava de chegar, quando escutou alguém gritandar em frente ao seu portão e vai ver o que era.

- Kiba? -  Disse a garota um pouco surpresa.

- Oi e aí, desculpe incomodar – começou o rapaz tentando ser o mais gentil que conseguia -  é que fui para a detenção e não copiei a matéria de Matemática I, e já que você...

- Ta bom Kiba – interrompeu a garota – entra, o portãozinho ta aberto. Quando entrar fecha a porta da sala, sente-se no sofá e não se sinta em casa.

- É... Acho que a Hinata tem a matéria.

Tenten: Deixa de ser idiota e entra.

Kiba entrou saltando de felicidade e beijou o rosto da garota. Tenten ficou envergonhada e ofereceu algo para comer.

- Quero sim.

- Tá – começou Tenten - Então fica aí sentado que eu já volto com as anotações.

Tenten subiu as escadas e logo reapareceu com suas anotações, foi aí que Kiba reparou que ela estava vestida com uma calça folgada e um tope que deixava aparecer sua barriguinha, Kiba ficou boquiaberto e completamente desajeitado.

- E aí... É... Você... Tá gostando de algum garoto lá da escola?

- Porque você quer saber?

- Sei lá, curiosidade, também por que... Sou seu amigo, e o cara de quem você estiver gostando vai ter muita sorte.

- Sorte? Porque, “sorte”?

- Bem... – Kiba já estava bastante corado -  Você é muito linda e não sei como ainda não tem namorado.

- Uhun... – Tenten fingiu não se importar pois o assunto estava ficando muito pessoal -  Bem, mas mudando de assunto, o que vai querer comer?

- O que você sabe cozinhar? - Kiba admirava o lindo sorriso de Tenten, que o enfeitiçava.

- Bem... Não muita coisa.

Kiba imediatamente fica de pé e se dirige à porta, se virando para Tenten convidando-a para almoçar. Tenten tentou convencer kiba de que ela não poderia ir, pois seus pais não estavam em casa, mas foi inútil, Kiba sempre tinha uma solução, então Tenten se deu por vencida.

- Está bem, vamos.

- Não vai mais falar com seu pai?

- Só não estava a fim de sair, mas já vi que com você as minhas desculpas não vão funcionar.

Tenten e Kiba começaram a rir e a menina se agarrou ao braço do garoto que ficou muito orgulhoso, enquanto ela fica extremamente tímida. Kiba abraçou Tenten e os dois saíram juntos.

_____________________SHOPPING_______________________________

No shopping Ino e Temari, estavam andando e conversando enquanto olhavam algumas vitrines. As duas estavam carregadas de sacolas da ROP e estavam passando em frente a ROMA.

- Tema-Cham... – Começou Ino.

Mas, Temari estava muito ocupada com um vestido maravilhoso, então não estava prestando muita atenção no que Ino dizia.

- Sim?

- Você gosta de alguém lá da escola?

- Ninguém em especial, por quê?  - Temari já estava indo para dentro do provador.

- Acontece que... Dá pra você sair daí? Eu estou tentando falar com você!

Temari sai do provador furiosa, se queixando de que a amiga não a deixava nem sequer provar um simples vestido.

- Temari, estou gostando do Shika-kun.

Temari fez uma expressão muito triste e bastante preocupada, olhou para o chão e então novamente para Ino, sem saber ao certo o que dizer.

- Sorte sua... Ele é mesmo muito legal, apesar de a preguiça ter o feito repetir duas vezes ele é um ótimo rapaz, além de ter quase 22 anos e um carrão.
 
             Ino começa a rir desesperadamente da amiga, de tanto rir já estava com as mãos na barriga e sentada no chão, era uma risada escandalosa. A garota gargalhava enquanto Temari não estava entendendo nada, todos da loja já olhavam para a cena, ela estava furiosa e envergonhada.

- Eu sabia! – Começou a gritar Ino.

- O que?! – Perguntou uma irritada Temari.

- Você gosta do Shika-kun!

- Sua anta! Você me assustou com essa conversa!

Temari entra de novo no provador e bate a porta com tanta força que chega a quebrar um espelho, o que acabou lhe custando duzentos reais de sua mesada. Todos da loja, que estavam paralisados vendo a cena, voltaram para suas atividades.

_______________ESCOLA-CANTINA________________________________

Enquanto isso, na escola, Naruto limpava a cozinha da cantina reclamando de como Kiba o ajudava.

- Ai... Aquele Kiba me paga! Me deixou sozinho lavando toda essa louça.

______________ESCOLA-PATIO_________________________________

No pátio da escola, Hinata, seu namorado Shino, Taiuya e Sasame conversavam e riam muito, estavam todos muito animados, Shino era muito engraçado e suas piadas eram ótimas, Hinata era a que mais ria.

- Ai Shino, você é tão engraçado. – Disse Hinata.

- Não, isso é por que você ainda não escutou a piada do bebê biônico.

- Conta pra Hinata também Shino.  – Disse Sasame.

- Tá legal. Essa é bem assim, a dona de casa tava arrumando o berço do bebê, então... - Shino foi interrompido pelo celular de Hinata que começa a tocar.

- Ai desculpa, espera aí Shino. Alô.

Quando Hinata atende, escuta uma voz furiosa, era a Srª. Hyuuga, mãe de Hinata, perguntando aos berros onde a filha estava.

- Ainda na escola mãe, no pátio com alguns amigos.

- O que?! Volta já pra casa menina! E traz o almoço do seu primo que já tá te esperando a uma hora e meia! – A mãe de Hinata continuava a falar, estava dando uma bela broca na filha, enquanto esta não parava de revirar os olhos e fazer caretas. Finalmente Hinata desliga o celular.

- Aí galera eu já tenho que ir, tchau.

- Eu te deixo em casa. – Se candidatou Shino, seu namorado.

- A não Shino! Termina a piada! – Pediu Sasame, a amiga de Hinata.

- Então vamos fazer assim. Hinata, Você vai na frente e daqui a pouquinho eu te alcanço.

Hinata e Shino se despediram com um beijo, um selinho e um olhar apaixonado. Quando Sasame começa a reclamar de ânsia de vomito.

- Tá bem, tá bem eu já vou. Tchau meninas, tchau amorzinho.

______________CANTINA-ESCOLA________________________________

Hinata se dirigiu à cantina e esperou por muito tempo, mas ninguém apareceu. Ela estava achando muito estranho, já que ouvia muitos barulhos vindos da cozinha. Então gritou perguntando se havia alguém no local, e não ficou surpresa ao escutar uma voz masculina vinda de dentro da cantina. Então apareceu um loiro alto no balcão.

- Tem eu. – Era Naruto.

- Naruto?!

- Eu mereço, agora você vai ficar me zoando, como se já não bastasse o Gaara.

- Bem, eu vim comprar um rámem, mas se não tem ninguém acho que já vou indo.

- Pera aí.

- Sim?

- Eu posso fazer um rámem pra você.

- E você sabe?

- Claro! Espere 30 minutos que eu já trago.

Hinata ficou muito feliz com a atitude de Naruto e foi para o pátio esperar pelo rámem junto com seu namorado e suas amigas. 

____________________ESCOLA-PATIO_________________________

Ao chegar no pátio ela encontrou Shino e Taiuya se beijando apaixonadamente.

- Shino! – Os olhos perolados da garota se encheram de lágrimas, Hinata não podia acreditar no que estava vendo.

- Hinata! – Gritou Taiuya, uma das supostas amigas de Hinata.

- Hinatinha! Amor da minha vida, eu posso explicar! - Shino se aproximou de Hinata e havia colocado as mãos em seu rosto, os olhos da garota estavam cheios de lágrimas, tristeza e decepção.

- O que é? Vai dizer agora que foi a Sasame que te empurrou e você se segurou na Taiuya pra não cair e acidentalmente sua boca encostou na dela?

- É... Eu tinha algo muito parecido pra dizer.

- Ah, mais que azar, eu sempre chego nas horas mais inoportunas. Não é Taiuya?

Shino saiu andando atrás de Hinata, que já havia se virado e estava indo embora. O garoto pedia desesperadamente para que ela parasse e o escutasse, então a menina parou e olhou para Shino, que ousou lhe roubar um intenso beijo.

- E então... – Perguntou o rapaz.

- E então o que?!

- Não sentiu nada? - Shino estava meio assustado, nunca havia visto Hinata tão furiosa.

- Senti... É claro que senti.

- O que você sentiu meu docinho?

Hinata lança um olhar de ódio para Shino e acerta um tapa em seu rosto, ele fica sem entender.

- Senti vontade de fazer isso! Escuta aqui, se você se atrever a chegar perto de mim de novo eu juro que te mato! E você também Taiuya! Mas que bela amiga.

____________________ESCOLA-CANTINA____________________________

Na cantina Naruto se queixava do atraso de Hinata e pensava consigo mesmo, se desta forma, ele aprenderia a parar de tentar ser tão legal.

- Que ótimo! Da primeira vez que eu tento fazer um favor para a Hinata, ela some! Droga! Assim o rámem vai esfriar...

Então Hinata chega correndo, gritando pelo nome de Naruto a menina estava chorando. E Naruto pergunta o que havia acontecido.

- N-Na-Não é da sua conta Naruto-kun, agora me deixa quieta! – A bela garota pega o rámen das mãos de Naruto e se prepara para ir embora quando o mesmo segura seu braço, impedindo-a de sair do local. Hinata repetia para o garoto, que não se metesse e antes que pudesse terminar qualquer frase ele a corta, pois já havia perdido a paciência.

- Você não pagou pelo rámen.

- A... É... Só isso? T-to-toma o dinheiro...

- Você vai almoçar este rámen?

- N-na-não este é para o meu primo.

- O Neji?

- Uhum.

- E o que você vai comer?

- Não... Não estou com... Fome.

- Bom... Eu vou comer fora hoje!

- N-na-não a - adianta Naruto-kun! Pode ir onde quiser... Eu não vou almoçar com você!

Naruto tira o avental e o joga em cima do balcão da cantina, anda ate Hinata e diz que não a havia chamado, apenas tinha dito onde ele iria almoçar, a garota fica muito envergonhada e vermelha. Ela finge não se importar e vira as costas se preparando para ir embora, ela estava muito cabisbaixa. 

- Hinata! – Chama o loiro alto.

- Sim?

- Tem certeza de que não vai querer comer nada?

- Hã... Aham.

- Foi o Shino, não foi? – Naruto podia ver claramente uma grande tristeza nos olhos de Hinata, uma tristeza que a consumia e ia muito além de uma chateação do dia-a-dia.

- Humm, ele e a Taiuya...

- Entendo.

- Naruto...

- Diga.

- P-posso... Hum... Ir comer c-com você?

- Claro!

Naruto pega a garota pela mão e a puxa para junto de si abraçando-a. Hinata que era tímida, fica muito vermelha e como já gaguejava bastante, na atual situação não conseguia dizer uma palavra sequer. 

___________________ESCOLA-PATIO________________________________

Enquanto isso no pátio Sasame estava desesperada. 

- Taiuya!

- O que você quer?

- Ai, mais que raiva! Gaara, aquele galinha, tá lá na casa da Sakura!

- Galinha não sei por que! – Responde Taiuya.

- Oras... Como assim não sabe? Ele esta me chifrando!

 - Mas... Vocês já não terminaram a uns seis meses? - Disse Shino que estava com as mãos na cabeça, sentado na arquibancada pensando em como trazer Hinata de volta para seus braços enquanto escutava os pitis de Sasame.

- Ela ainda não desencanou! – Riu Taiuya.

- Não! Ele vai ter que me explicar essa história! Eu já vou gente!

- Você não esta pensando em ir para a casa da coisa feia tomar satisfação com o Gaara né? – Perguntou Taiuya preocupada.

- Claro que sim! E você vai comigo! - Sasame pega o pulso da amiga e começa a arrastá-la para fora da escola. Já dentro do carro as meninas conversavam. Sasame entregou um papel para o motorista e mandou que fosse direto para a casa de Sakura.

- Como você sabe disso tudo? – Perguntou Taiuya.

- Eu liguei pra casa dele, né sua anta! Eu não sou igual à tonta da Hinata!

_____________CASA SAKURA______________________________________

Enquanto isso na casa de Sakura, ela e Gaara já haviam terminado de comer e conversavam na sala de jantar.

- Bom, a conversa tá muito boa, mas é melhor começarmos a arrumar esta louça toda. – Disse Gaara começando a recolher os pratos.

- Pode mandar ver!

- Nossa. Que anfitriã.

- Eu lavo e você seca e guarda!

- Pode ser.

Houve um longo silencio enquanto os dois arrumavam a cozinha, Sakura já havia terminado de lavar a louça e agora ajudava Gaara a secar e guardar. No fim os jovens estavam exaustos.

- Ai! Até que em fim nós terminamos! – Disse a garota.

- É né.

- Vamos para a sala de TV?

- Não, eu sinto muito, mas eu tenho que ir.

- Sabe onde deixou suas coisas? – Perguntou Sakura.

- Acho que foi você quem as guardou quando chegamos.

- Tem razão, eu coloquei no meu quarto.

- Eu pego. - Gaara segue pelo corredor e entra na segunda porta à esquerda, quando retorna para a sala vê que Sakura havia dormido no sofá. Ele a pega no colo e a leva até seu quarto, a coloca na cama e lhe deseja bons sonhos, mas ao reparar no quanto Sakura era linda este a beija, então ele sai da casa da garota deixando a chave por debaixo da porta.

_________________RESTAURANTE-RECIDAR__________________________

Enquanto isso, Kiba e Tenten estavam no restaurante RECIDAR.

- Este restaurante só serve saladas, saladas de todos os tipos. – Explica o moreno.

-  Nossa! Que legal Kiba!

- É verdade... – Responde Kiba antes de chamar o garçon - Moço.

- Sim?

- Uma mesa para dois.

- Acompanhem-me.

Tenten, ao sentar-se à mesa, não sabia o que pedir, assim sendo Kiba pediu para a menina, o mesmo que fosse comer. Não demorou muito e o garçom lhes trouxe a comida, e os mesmos começaram a conversar. A garota, estava alegre e muito sorridente, enquanto que ele, mais parecia um palhaço olhando com cara de bobo para o sorriso da garota.

- É... Tenten.

- Que?

- O que você acha da viagem que vamos fazer?

- Maravilhosa, acho que vamos nos divertir muito!

- Para onde você estava pensando em viajar?

- Milão.

- Porque, Milão? – Estranhou o rapaz.

- Não sei, sempre tive esta curiosidade, queria conhecer o lugar. E você?

- Eu o que?

- Para onde pretende viajar?

- A. Eu estava pensando que o Brasil, podia ser uma boa idéia, podíamos ir para uma praia.

- Por quê?

- Sair desse clima aqui do Japão, em Tókio sempre faz frio, achei que sair um pouco desse clima ia fazer bem!

- Isso é verdade, mas se você quer ir a uma praia, que tal o Havaí?

- Muito boa idéia, vamos falar com o resto do pessoal amanha!

______________FRENTE- CASA - SAKURA____________________________

Na frente da casa de Sakura, Gaara começava a descer a rua em direção à parada de ônibus quando um carro importado, cor de rosa, para em sua frente e dele descem Taiuya e Sasame, que gritou o nome do garoto, e o mesmo se virou com uma cara de poucos amigos.

- Qual é a tua meu irmão? – Disse Sasame.

- Para de falar igual a um homem porque eu não estou com medo. Fala logo o que você veio fazer aqui.

- Vim proteger o que é meu!

- Então você esta no lugar errado, porque não tem nada seu aqui.

- Tem você!

- Eu já terminei com você devem ter uns três meses.

- Não! Você, não pode fazer isso comigo!

- Na verdade, os dois estão errados, por que... Sasame, ele já fez isso, e... Gaara faz sete meses amanha. – Lembrou Taiuya.

- Cala a boca Taiuya! Afinal, de que lado você esta?

- Bom, eu não tenho mais nada para fazer aqui, amanha é sábado e eu tenho que estudar para a segunda chamada de francês. – Gaara já estava cansado da perseguidora, então sai andando e deixa Sasame quase estourando de raiva.